Aurora sentia os olhares sobre ela como punhais invisíveis. Os guerreiros ao redor se calaram, mas o julgamento estava estampado em cada rosto. Ela engoliu em seco, o sonho ainda reverberando em sua mente como um presságio. Mas agora, o que doía mais era ver Darius parado ali, sem dizer uma palavra.
Elias rompeu o silêncio, sem tirar os olhos dela:
— Ela ouviu tudo.
Darius não se moveu. Não piscou. Só respirava fundo, como se tentasse conter algo prestes a explodir.
— Então diga, Darius — Elias