Caio e Faruk rodaram a cidade por dois dias inteiros sem descanso. Percorreram ruas estreitas, becos escuros, bares de periferia e pensões baratas. Paravam em cada lugar, mostravam fotos de Kerem, faziam perguntas diretas e ofereciam dinheiro em troca de qualquer informação. Ninguém sabia de nada. Ou, se sabiam, preferiam ficar calados. O nome Demirkan ainda causava medo suficiente para fechar muitas bocas.
— Olhamos cada local que referia como contato do pai. Nada... Nem uma pista sequer — Caio