Na cabana isolada entre as montanhas, o silêncio da tarde foi quebrado de repente pelo som de algo caindo, uma xícara, talvez, ou um livro que escapara das mãos trêmulas.
— Luna!
Omar atravessou a sala em segundos, o corpo movido por um instinto que ia além da razão.
Ela estava apoiada na mesa de madeira rústica, a respiração irregular, a pele pálida demais, os lábios sem cor. Os olhos desfocados lutavam para manter o foco.
— Eu… — tentou falar, mas a frase morreu em um enjoo forte que a fez do