A noite em Storm City era silenciosa demais.
As ruas que durante o dia fervilhavam com gente, carros e vozes agora estavam vazias, iluminadas apenas pelos postes amarelados que piscavam de vez em quando, como se até a cidade estivesse cansada. O vento frio corria entre os prédios, arrastando papéis e folhas secas pelo asfalto, criando um som arranhado que ecoava no vazio, e era nesse cenário que Sandra caminhava, os passos rápidos demais, duros demais, como se cada pisada fosse uma tentativa de