A caverna era fria.
Escura.
Mas já não carregava o mesmo cheiro de fraqueza de antes.
Taurus estava de pé.
O corpo ainda marcado por feridas, cortes profundos espalhados pela pele, sangue seco manchando o peito e os braços, mas havia algo diferente agora. A respiração dele estava mais estável, os músculos já não tremiam com o esforço, e a aura ao redor dele começava a se reconstruir, pesada, dominante, como se a própria presença estivesse voltando ao lugar.
A cura dele era rápida.
Rápida demais