Na padaria, o sino da porta tocou quando Liana entrou e o cheiro de pão quente foi como um abraço.
Ali era diferente, era só ela, não uma mate, não uma “escolhida”.
Só Liana.
Babi já estava atrás do balcão, com o avental amarrado, o cabelo preso e uma expressão estranha no rosto.
E Mason…
Mason estava sentado numa das mesas, tomando café como se fosse normal estar ali.
Liana entrou devagar, encarando a cena com os olhos semicerrados.
Babi viu ela na hora e veio rápido, agarrando o braço dela como se precisasse de apoio.
— Lili — ela sussurrou, puxando a amiga pra mais perto. — A gente precisa conversar AGORA!
Liana olhou de relance para Mason, que fingia que nem estava prestando atenção, mas ela sentiu o olhar dele de canto, atento.
— O que ele tá fazendo aqui? Você não achava ele um maluco psicopata?
Babi ficou vermelha, as bochechas corando e as orelhas ardendo enquanto ela mordia o lábio, tentando não parecer tão envergonhada quanto estava.
E Liana já entendeu tudo antes mesmo del