Eu devia ter desconfiado no primeiro segundo.
Não no terceiro.
Não depois de sentar.
No primeiro.
No exato momento em que entrei e vi a mesa posta como se fosse cena de comercial de café da manhã de família feliz — aquele tipo de propaganda que ninguém leva a sério porque todo mundo sabe que, na vida real, alguém sempre derruba alguma coisa.
Mas não.
Nada estava derrubado.
Nada estava pegando fogo.
E, mais suspeito ainda… Nate Blackwell estava de pé, funcional, vestido e com cara de quem