Vitória.
Olhei pelo vidro traseiro enquanto o carro da polícia, com as luzes azuis cortando a manhã, se aproximava. O som estridente da sirene parecia um alarme de incêndio no meu cérebro.
— Mantenha a calma, Vicky — disse Paul, com a voz tensa, porém controlada. — Eles não têm nada contra você. Fui eu que bati o carro e estou na direção.
Ele desligou o motor. O som da sirene continuou. Senti o calor do corpo de Théo, que milagrosamente dormia, indiferente ao caos.
O policial quebrou a tensão a