ARIEL MACEY
— Você é linda — ele murmurou, e parecia um elogio sincero.
Ele começou a me despir. Tirou minha blusa, jogando-a em algum lugar na escuridão do quarto. Meu sutiã de renda simples foi o próximo. Quando o ar frio tocou minha pele nua, estremeci, mas o olhar de Dante foi como um toque físico, queimando onde pousava.
Ele desceu os beijos pelo meu colo, contornando meus seios, provocando meus mamilos com a língua quente até que eles estivessem duros e doloridos de desejo.
Minhas mãos foram para a camisa dele, lutando contra os botões pequenos.
— Malditos botões — reclamei, frustrada.
Ele riu contra a minha pele e se afastou por um segundo para arrancar a camisa, fazendo os botões voarem pelo quarto com o som de pequenas balas atingindo o chão. O torso nu dele era uma obra de arte: músculos definidos, pele bronzeada, uma trilha de pelos escuros que descia do umbigo e desaparecia perigosamente dentro da calça.
Ele se livrou do resto das roupas dele e das minhas com