ARIEL MACEY
A luz do sol invadiu o quarto sem piedade, atravessando minhas pálpebras como agulhas quentes.
Gemi. Minha cabeça parecia estar prestes a explodir. Minha boca estava seca como lixa, e havia um gosto residual de álcool rançoso na língua.
Tentei me mexer, mas meu corpo estava pesado, preso no colchão por algo sólido e quente que envolvia minha cintura.
Abri um olho, depois o outro, lutando contra a claridade e a confusão.
A memória da noite anterior voltou em flashes descon