150 - Não mordo, a menos que você peça...
ARIEL MACEY
Ouvi a respiração rítmica de Henrico ao meu lado. O braço dele, estava jogado sobre a minha cintura, mantendo-me presa a ele até mesmo durante o sono.
Tentei relaxar, forçando meus olhos a se fecharem, mas não adiantou, então decidi olhar o celular que havia vibrado mais cedo.
Com cuidado para não acordá-lo, estiquei o braço e peguei o aparelho. A luz da tela feriu meus olhos acostumados à escuridão.
Era uma mensagem de Luna.
"Oi, Ariel! O papai me devolveu o celular. A gente v