HENRICO VIGNETO
A volta para o hotel foi repleta de euforia.
Caminhamos pelas ruas de Capri como se flutuássemos. Ariel não parava de olhar para o anel, girando a mão sob a luz das lanternas de rua, rindo como uma menina.
Eu me sentia invencível. Ela era minha. Oficialmente, publicamente, legalmente a caminho de ser Vigneto.
Entramos no hotel. O recepcionista sorriu ao nos ver, mas eu mal registrei. Eu tinha apenas um objetivo: chegar à nossa suíte.
Subimos no elevador. Minha mão estava na