ARIEL MACEY
Assim que passamos pelo arco de entrada do Da Paolino, o aroma inebriante de frutas cítricas, terra úmida e maresia me envolveu. Centenas de limoeiros cheios de frutas amarelas brilhantes formavam um teto natural sobre as mesas, iluminados por velas e lanternas suspensas que faziam as folhas verdes cintilarem como esmeraldas.
— Henrico... — sussurrei, apertando o braço dele. — É lindo.
— O melhor para a melhor. — Ele sorriu, embora continuasse obviamente nervoso.
O maître nos gu