25. Quarto de hotel
Elise Quinn
O amanhecer ainda é cinza quando saímos da mansão. O céu não clareia, só vai ficando menos escuro, como se tivesse preguiça de ajudar. Eu carrego uma mochila pequena nas costas, nada além do essencial: roupas escuras, um celular que Kane deixou pronto com rastreador.
Atlas já está na garagem.
Ele me encara quando entro no banco do passageiro.
Seus olhos azuis afiados e o maxilar travado.
— Pronta? — perguntou.
Assinto.
— Ainda pode voltar atrás.
— Não vou voltar, Atlas. — reviro