— Já fui uma jovem espevitada — foi tudo que ela me disse, desviando seu olhar do meu, olhando para qualquer ponto longe de mim.
"Espevitada? Isso é que era um vocabulário evoluído. Mas seria mais prático se ela me dissesse que tinha fogo no rabo" — filosofei, me controlando para não soltar uma gargalhada. Afinal, eu sabia que quem iria se constranger com a próxima pergunta seria eu — e não seria pouco.
— E como a pessoa sabe que transou? — perguntei, tentando parecer indiferente ao mesmo te