— Você está muito estranha — disse, me encarando com desgosto, bebericando o chá.
— Pense o que quiser — disse a ela, dando de ombros, ainda sorrindo maldosa ao pensar em que tipo de casal Isabella e Nikolai formariam.
— Luísa? — ela me chamou, me arrancando de meus pensamentos supositórios — pensamentos nos quais imaginava o quanto Isabella e o irmão que nunca conheci formariam um belo casal.
— O que foi? — indaguei distraidamente, tomando outro gole do chá, ignorando Isabella. Eu sabia,