O corpo dela desabou na cama.
Suado, marcado, tremendo.
As pernas ainda abertas, o rosto enterrado no travesseiro, a respiração falhada como se tivesse corrido uma maratona de prazer.
Me deitei ao lado, passando a mão pelas costas dela devagar.
A ponta dos dedos deslizando na pele molhada.
— Acabou? — ela murmurou, sem nem abrir os olhos.
Sorri, respirando fundo.
— Por agora.
Levantei devagar, peguei ela no colo.
Ela protestou, fraca.
— Deixa eu ficar aqui… tô mole.
— Vai pro banho.