📖 Narrado por Dante Ferraz
Lorena ajeitou o notebook no colo, tentando disfarçar o riso que ainda tremia nos lábios.
Aquela mulher sabia.
Sabia o que causava.
Sabia que cada sorriso, cada provocação, cada piscadinha inocente era mais um prego na porra do meu controle.
— Preciso trabalhar, general... — murmurou, sem muita convicção, tentando escapar pela lateral da cama.
Segurei o tornozelo dela.
Firme.
Sem força bruta.
Só o bastante pra lembrar quem mandava ali.
— Então trabalha. —