*Jace Rowan POV*
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O Atlas estava cheio. Cheio demais. E a noite ainda mal tinha começado.
Luzes baixas, música pesada, corpos caros a fingirem que não estavam ali para serem vistos. Todos queriam algo naquela noite: atenção, estatuto, convites, favores. Eu controlava tudo isso.
Este era o meu espaço mais ambíguo, onde o legal e o ilegal se cruzavam sem pedir licença.
Olhava para a multidão no piso inferior através da janela do meu escritório. Via tudo sem ser visto. O vidro escuro e espelhado