O céu estava claro naquela tarde de primavera. As flores pareciam ter sido escolhidas uma a uma por mãos apaixonadas, e o ar carregava um perfume doce, quase mágico. Era o dia do casamento da Clara.
Ela estava deslumbrante. O vestido de renda caía com leveza sobre o corpo e o sorriso no rosto não deixava dúvidas de que ela estava exatamente onde deveria estar. Quando a música começou e ela entrou de braços dados com o pai, eu senti os olhos marejarem. Olhei para Ricardo, parado no altar, visive