Os corredores da Blackwell Industries raramente eram silenciosos, mas naquela manhã havia algo diferente pairando no ar. Um tipo de expectativa contida, quase reverente, como se a empresa inteira aguardasse o desfecho de um acontecimento extraordinário. E, de certa forma, aguardava mesmo. Desde a apresentação impecável de Elara Sterling no dia anterior, o Eclipse Verde havia se tornado o assunto predominante da empresa — e do comitê executivo.
Enquanto subia no elevador de vidro que atravessava