A esposa morta
Dante caminhou até uma pequena mesa lateral e serviu água em um copo.
Não vinho.
Não bebida forte.
Água.
Depois colocou o copo sobre a mesa mais próxima dela.
— Beba.
Elena olhou para o copo.
— Não estou com sede.
— Está pálida.
Ela não se moveu.
Dante soltou um suspiro quase imperceptível.
— Elena, se eu quisesse envenená-la, não teria feito você atravessar meia região até aqui.
Ela ergueu os olhos para ele.
— Não sei o que o senhor quer.
Algo passou pela expressão dele ao ouvi