O choro de Isabella ecoava no carro como uma canção partida. Envolta na jaqueta de Luca, seus ombros tremiam silenciosamente. Não havia mais gritos. Apenas aquele vazio, como se o corpo dela ainda estivesse preso ao galpão enquanto a mente se perdia num labirinto de terror.
Luca, ao volante, olhava pelo retrovisor com preocupação contida. Nunca o vira assim. Nem quando enterraram homens vivos. Nem quando executaram traidores. Mas agora... aquela menina, destruída por dentro, o fazia desejar que