O vapor ainda subia da pele de Isabella quando ela envolveu o corpo com o robe branco. Seus cabelos úmidos colavam-se ao rosto, e seus olhos ardiam — não só pelo calor do banho, mas pelas lembranças que ferviam em sua mente.
Ela poderia ter chamado uma das empregadas. Poderia ter pedido algo para beber, ou simplesmente batido a campainha e esperado que alguém viesse servi-la. Mas não quis.
Precisava caminhar. Sentir o chão sob os pés. Dominar cada passo da própria vontade.
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