— Nunca mais me chame assim — sussurrou Isabella, com os olhos cheios de lágrimas e a mão ainda tremendo no ar. — Eu sou muita coisa, Vittorio. Mas eu não sou isso.
A fisionomia dele mudou. O impacto do tapa o fez piscar como se tivesse acordado de um transe. Mas ao invés de recuar, ele se aproximou mais. A raiva ainda estava ali, mas havia algo mais agora. Uma frustração crua. Um desejo que doía.
— Sabe o que eu odeio? — disse ele, os olhos cravados nos dela. — Que você quase me enganou. Quase