João ajudou Amanda a subir as escadas. Ela estava pálida, os passos lentos, ainda se recuperando, mas sua mente estava mais ativa do que nunca. Ao entrar no quarto, ela pediu com voz serena, porém firme:
— João... fecha a porta... me deixa um instante sozinha... eu preciso... eu preciso pensar... tomar um banho...
— Amanda, não me pede isso... — ele segurou as mãos dela, aflito. — Você acabou de sair do hospital, olha o seu estado!
Ela respirou fundo, segurou o rosto de João com as duas mãos e,