A luz da manhã atravessava as janelas da fazenda Duarte, refletindo sobre os móveis antigos e os quadros de família pendurados na sala de jantar. O cheiro de café fresco invadia os corredores, mas o ambiente estava mais silencioso do que o habitual.
Ana, com sua xícara nas mãos, olhou ao redor com o cenho franzido.
— "Gertrudes, Amanda e João já chegaram? Dormiram na cobertura?"
A governanta, sempre discreta e atenta, ajustou a barra do avental antes de responder.
— "Não, dona Ana. Não voltaram