O sábado amanheceu calmo, mas o ar carregava algo diferente, como se a lua já sussurrasse promessas ao longe.
Alice passou a manhã na matilha, entre treinos e risadas discretas. O corpo doía, mas era uma dor boa, viva.
Desde que começara os treinamentos de defesa, algo nela parecia despertar, uma força que nem sabia possuir.
O sol ainda brilhava quando o carro negro cruzou os portões.
Ela reconheceu o som antes mesmo de vê-lo.
Aquele motor tinha um jeito de se impor, como o dono.
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