Rafael voltou para casa pouco depois das 12h45.
A casa estava silenciosa demais.
Entrou no quarto.
A mala de Liandra não estava mais lá.
Ele ficou parado por longos segundos, como se precisasse que a mente alcançasse o que o vínculo já gritava:
ela tinha ido.
Nenhuma explosão.
Nenhum grito.
Nenhuma reação irracional.
Só uma certeza que descia pesada pelo peito:
ele sabia que isso aconteceria.
Respirou fundo, caminhou até o closet, pegou suas coisas com a mesma precisão com