Mansão Rurik – Escritório de Dmitry – 07h41
O som da caneta de Dmitry riscava os papéis em seu escritório quando ele parou subitamente. O cheiro do chá vindo da cozinha já não chegava até ali. O silêncio da casa não era o mesmo.
Algo estava errado.
Ele ergueu os olhos, sentindo um desconforto rasgar-lhe o peito. Era como se um fio invisível, conectado à sua alma, tivesse sido violentamente puxado. Seus dedos apertaram a caneta com força até ela estalar.
— Susan…
O nome escapou como um sussurro