Susan estava deitada de lado na cama, o travesseiro abraçado contra o peito. A luz suave do abajur aquecia o quarto de tons acolhedores, mas ela ainda se sentia como uma peça deslocada no meio daquele luxo silencioso e estranho.
Um leve toque na porta a tirou dos pensamentos. Antes que ela pudesse responder, a maçaneta girou com discrição, e a figura rígida e elegante de um homem entrou.
— Senhorita Grigorieva. — Disse com uma reverência polida. — Meu nome é Vladimir. O senhor Rurik pediu que e