Dmitry subia as escadas em silêncio, a palma da mão repousando no corrimão de mogno. Sua pele ainda carregava um brilho dourado discreto, que parecia vir de dentro. Como se seus ossos tivessem absorvido a própria bênção.
Ao abrir a porta do quarto, encontrou Susan sentada na beira da cama, envolta apenas por um robe de seda clara. O cabelo ruivo caía solto, e seus olhos mesmo cansados, tinham o brilho de quem carrega algo sagrado.
Ela o olhou e sorriu de lado.
— Está mais... Divino do que de co