— Vai me soltar ou vai me carregar assim até o fim da vida? — Susan provocou, com um sorriso nervoso.
O rosnado-ronronado que Dmitry soltou, abafado, fez ela rir mais ainda.
— Você gosta disso, não é? — Murmurou, passando os dedos pela pelagem fofa sob o pescoço dele. — Esse jeito selvagem. Não precisa fingir, Dmitry. Eu já percebi.
Ele a apertou de leve, como quem confirma sem precisar de palavras.
Subiram uma escada de madeira que rangia suavemente, até um andar superior onde a porta maciça f