O sol ainda nem havia surgido completamente quando Susan abriu os olhos, os lençóis embolados em suas pernas, o coração batendo mais rápido do que o normal.
O quarto estava mergulhado em penumbra, mas ela sabia que não conseguiria voltar a dormir.
Mais uma vez, o mesmo sonho. Dmitry. A clareira perto do lago. Sua boca. Suas mãos. Seu corpo pressionando o dela com uma urgência primitiva, como se a desejasse mais do que o próprio ar.
A maneira como ele a possuía, com fome e reverência, ainda fa