O ar no ambiente rarefez, pesado com uma energia primitiva que Mia nunca sentira. Não era apenas poder; era a essência crua do território e da posse. A voz de Bryan surgiu, não como um som, mas como um rosnado profundo que vibrou nos ossos dela.
— Sua atenção é minha agora, Mia.
Ele não pedia. Decretava.
— Eu errei sim. Fui fraco. — A admissão saiu como um cuspe, mas seus olhos, escuros como almas penadas, não pediam perdão. Eles exigiam submissão. — Mas o seu lugar é aqui. Presa a mim.