Os quatro prisioneiros ajoelharam-se no centro do salão.
Os deltas os empurraram para o foco de luz branca e fria, as vendas arrancadas com um gesto seco.
O ar pareceu parar.
Rostos machucados, olhos arregalados, respiração trêmula.
Dois casais exibidos como troféus:
Uma loba com uma coleira de contenção apertando o pescoço e um humano ao lado, ferido, confuso, tentando entender o próprio destino.
E mais além, um lobo de porte imponente, moreno, de músculos tensos sob as correntes,