Narrado por Luna
Ao amanhecer do dia seguinte, o inevitável chegou. Aquilo que já temíamos, aquilo que Salvatore vinha prevendo e contra o qual Alex se armava silenciosamente há anos – não contra esse inimigo em particular, mas contra qualquer um que ousasse erguer a cabeça. Agora, o ataque explodiu não como um único golpe, mas como um terremoto que sacudiu os alicerces do submundo.
Os ataques começaram. Não a uma, mas a várias fortalezas dos Dons italianos, espalhados por continentes. Nova York era apenas um epicentro. Brasil, Portugal, Bolívia… Relatórios e gritos de alerta começaram a chover nas telas e nos rádios da base. Era uma ofensiva coordenada, brutal, visando desestabilizar o poderio tradicional de uma só vez.
Mas em Nova York, em nosso território, o ataque encontrou não um gigante adormecido, mas uma fortaleza acordada. Como Alex sempre suspeitara, e para a qual sempre se prevenira, a mão por trás da investida era russa. O alvo: os valiosos portos controlados pelos Morano