Aneliese Moore
Agradeço aos céus — ou a qualquer divindade que tenha piedade de mim — quando finalmente chegamos a Mônaco. Foram quase quatro longas horas de viagem no total: uma hora e meia de voo de Paris até Nice, e depois mais uma eternidade — ou duas horas, segundo o relógio — de carro até a tão sonhada costa. Digo “sonhada” apenas por força de expressão, porque sinceramente, a única coisa que eu conseguia desejar naquele momento era um travesseiro e o silêncio.
Aparentemente, o trajeto pa