● Aneliese Moore ●
Alguns dias depois.
O telefone na minha mesa toca pela terceira — ou talvez quarta — vez em menos de dez minutos.
Eu poderia atender. Poderia.
Mas não sou masoquista a esse ponto.
Porque eu sei exatamente quem está do outro lado da linha, segurando o telefone com aquele sorriso satisfeito e a voz ensaiadamente despreocupada.
Alexander Reed Blake.
O homem que aparentemente decidiu que “ouvir minha voz” é um hobby de tempo integral.
E por mais que eu ache isso…