Três dias se passaram no sofá da sala, no vaivém entre náuseas e fome. A insistência das meninas para eu marcar logo o pré-natal batia na parede do meu “depois”. Decidi que abriria a ficha médica em Madison. Hoje, pela primeira vez desde a implosão, coloquei os pés na rua.
Peguei um táxi até meu prédio para buscar o carro e alguma roupa limpa. Tive que subir — as chaves do automóvel estavam na gaveta do aparador da entrada. Meu apartamento, embora já com a porta reparada, ainda parecia falar de