— Socorro! — gritei, batendo na porta com toda a força que tinha. — Esse desgraçado me trancou aqui dentro!
Minha voz saiu trêmula, mas me recusei a deixar uma lágrima cair. Eu não daria esse gosto a ele.
— Sério, Misa… eu esperava bem mais de você.
Ele fingiu não ouvir. O olhar perdido, quase em transe, como se nada importasse além de me possuir ali, à força. Sua mão apertava meu braço com tanta violência que eu sabia que roxos iriam surgir logo.
— Abre logo, Misa!
A batida na porta veio ainda