— Misa, você não pode fazer isso — indaguei, a voz saindo mais fina do que eu gostaria.
Ele não me olhou. Nem por um segundo. O rosto estava fechado, a postura rígida, profissional demais. E, naquele instante, o antigo Misa — aquele que sabia erguer muros quando queria — ressurgiu inteiro diante de mim.
— Mag… — Math segurou meu braço com firmeza e me puxou para baixo. — Deixa. A gente não pode fazer nada que mude a decisão dele.
— Senhora, não pedirei novamente que fique em silêncio — o juiz d