O jardim dos Spelling parecia cenário de revista: mesas redondas distribuídas milimetricamente sobre o gramado perfeito, toalhas de linho bege caindo até o chão, arranjos de lisianthus e rosas brancas pousados em recipientes espelhados. Entre as copas das árvores, cordões de luzes pendiam como constelações domesticadas. Quatro tendas de lona clarinha criavam sombras generosas — a salvação para quem encarava o sol do fim de tarde, agora mais impiedoso com a chegada do verão nova-iorquino.
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