Chegou a hora que ninguém quer. O caixão desceu devagar; o som do maquinário foi um zumbido distante, encoberto pelo vento. A Emma avançou um passo, o corpo inteiro dizendo “não”. O Chris e minha mãe a ampararam pelos cotovelos. O Math cravou os olhos na borda de madeira como se pudesse segurar aquilo no ar só com a força da vontade.
— Do pó viemos, ao pó voltaremos — disse a voz calma, e a frase que a gente já ouviu tantas vezes ganhou um peso novo.
Joguei minha rosa. Ela sumiu no retângulo es