— Mag! — ela grita meu nome e dispara na minha direção, um borrão de cachos e meias brancas.
— Oi, minha linda… — seguro o impulso de levantar de vez e a acolho no colo, sentando com ela na poltrona do hall, porque a escada em espiral logo adiante continua sendo território proibido. — Que saudade de você.
— Eu também! O titio disse que você tava dodói, por isso sumiu. — Ela apoia as mãozinhas nas minhas bochechas, séria como quem diagnostica um caso.
“Dodói”. Melhor desculpa impossível.
— Já me