— Vários. — minto pela metade, e me levanto devagar. Bono me acompanha, fofoqueiro.
O quarto de hóspedes, reformado às pressas, está impecável demais. Me incomoda. Abro a gaveta da mesa de cabeceira e, debaixo de um caderno, está o colar de bailarina que comprei na Macy’s. Tiro da caixa. A correntinha dourada se desenrola com um som de coisa leve. Penso na Clary, na carinha que ela fez quando chamou o Matt de “titio rei”. Fecho os dedos em torno do pingente. Quero vê-la. Preciso vê-la.
— Filha?