Damon
Eu quase soco a parede. A vontade é absurda, o corpo todo pulsando de raiva, a mão coçando para descarregar, mas me contenho no último segundo. Não posso ferrar a minha mão, tenho uma luta marcada, tenho responsabilidade, tenho… merda, eu nem sei mais o que eu tenho.
Respiro fundo, mas o ar parece pesado, sufocado dentro do peito. Sally ainda ecoa na minha cabeça com suas provocações, deboche, a maneira como falou de Melinda. Só de lembrar o tom que usou, sinto meus músculos travarem.