— Se não vai ser por bem... vai ser por mal — rosnou ele, levantando a mão grande e suja para bater no meu rosto.
Mas então...
Uma mão forte, quente e imensa apareceu do nada, agarrando o pulso dele no ar, parando o golpe como se fosse uma pedra sendo barrada por uma muralha.
Gregory uivou de dor, agudo e alto, sentindo os dedos se fecharem e torcerem seu braço. E, como se não fosse o suficiente, ele foi lançado para frente com um empurrão forte, caindo de cara no chão de terra, rolando e