— Se não vai ser por bem... vai ser por mal — rosnou ele, levantando a mão grande e suja para bater no meu rosto. Mas então... Uma mão forte, quente e imensa apareceu do nada, agarrando o pulso dele no ar, parando o golpe como se fosse uma pedra sendo barrada por uma muralha. Gregory uivou de dor, agudo e alto, sentindo os dedos se fecharem e torcerem seu braço. E, como se não fosse o suficiente, ele foi lançado para frente com um empurrão forte, caindo de cara no chão de terra, rolando e se sujando todo. — Que porra é essa?! — ele vociferou, tentando se levantar, atordoado. E todos os meus sentidos, todos os meus pelos, toda a minha alma se voltaram para a figura que estava ali, parada, imóvel, sombria, com aquela postura que ocupava todo o espaço. “COMPANHEIRO!” — minha loba praticamente ronronou dentro de mim, pulando de alegria, alívio e desejo. Eu fiquei muda. Não consegui dizer nada. Não consegui me mover. Fiquei ali, parada, em estado de choque absoluto. — Quem
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