Claire
Encarei a pintura outra vez, sentindo um frio na espinha. Aquela obra, junto com outras que eu já havia reconhecido, não era apenas replicadas. E muitas delas haviam sido roubadas de museus ou coleções particulares há muito tempo. Agora, eu as via ali, na casa de Franz, como se fossem meros itens decorativos.
Olhei para ele, chocada.
— Isso... isso é um crime — murmurei. Ele era um receptor.
Franz virou-se para mim, sorrindo como se estivesse se divertindo com minha ingenuidade.
— Chame